Licenciatura em Cinema
![]() | Carlos Lobo Carlos Lobo é fotógrafo, músico, investigador e programador na área da fotografia. Professor na Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa, é investigador do CITAR – Centro de Investigação em Ciência e Tecnologia das Artes. Doutor em Ciência e Tecnologia das Artes pela Universidade Católica do Porto. É desde 2018 o coordenador do Mestrado de Fotografia na Escola das Artes. É, ainda, programador independente do CAAA (Centro Assuntos Arte e Arquitectura) e editor da LEBOP, editora especializada em livros de fotografia. Tem já várias monografias editadas, estando o seu trabalho representado em inúmeras e prestigiadas colecções de fotografia. |
![]() | Carlos Natálio |
![]() | Carlos Ruiz Realizador espanhol com diversos filmes documentais e uma longa-metragem de ficção, em que procura refletir sobre a vida contemporânea e as suas contradições. Recebeu diversos prémios como realizador e produtor. O seu último trabalho, CRU, teve a sua estreia no Dok Leipzig, em 2017. É Doutorado em Ciências e Tecnologia das Artes, com especialização em Cinema e Audiovisual (documentário), pela Universidade Católica Portuguesa. Foi professor no South Thames College, Goldsmith College, South Barbican University, Kingsway College e no City and Islington College em Londres entre 1992-2000. É professor auxiliar da Escola das Artes e investigador do CITAR. Tem publicado diversos artigos na área do documentário. |
![]() | Daniel Ribas Daniel Ribas (Porto, 1978) é investigador, programador e crítico de cinema. Professor auxiliar Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa, é membro da direção do CITAR – Centro de Investigação em Ciência e Tecnologia das Artes e editor do CITAR Journal. É, ainda, programador do Porto/Post/Doc: Film & Media Festival – do qual foi Diretor Artístico entre 2016 e 2018 – e do Curtas Vila do Conde. Doutor em Estudos Culturais pelas Universidades de Aveiro e do Minho, escreveu diversos artigos e capítulos de livros sobre cinema português, cinema contemporâneo e documentário. |
![]() | Dario Oliveira |
![]() | David Pinho Barros David Pinho Barros (Porto, 1986) é professor, investigador, programador de cinema e argumentista de banda desenhada. É licenciado em Línguas e Literaturas Modernas pela Universidade do Porto e mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade Nova de Lisboa. Está, neste momento, a terminar o doutoramento em Estudos Literários, Culturais e Interartísticos na Universidade do Porto, em cotutela com a KU Leuven na Bélgica. Tem trabalhado na programação e produção de eventos cinematográficos em Portugal, na Bélgica e no Reino Unido, e dado aulas de história e análise de cinema e de banda desenhada na Alliance Française, Universidade do Porto, Universidade do Minho, Universidade Nova de Lisboa e Universidade Católica Portuguesa. Recentemente publicou a sua primeira banda desenhada, Mylodon, produzida em colaboração com o ilustrador australiano Bren Luke. |
![]() | Diogo Costa Amarante Diogo Costa Amarante formou-se em Direito antes de fazer a sua estreia com o documentário Jumate, exibido em inúmeros festivais internacionais e vencedor de vários prémios. Em 2009, participou no Talent Campus da Berlinale. O seu filme As Rosas Brancas foi exibido no programa Berlinale Shorts em 2014. Graduado em cinema na Tisch School of the Arts em Nova York. Ganhou o Urso de Ouro de melhor curta-metragem com Cidade Pequena, na Berlinale 2017. |
![]() | Guilherme Blanc |
![]() | Jaime Neves Jaime Neves é investigador, programador e realizador. Doutorado em Ciência e Tecnologia das Artes, é professor auxiliar convidado na Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa e investigador integrado no CITAR. No campo da investigação, aborda temas relacionados com o cinema em geral privilegiando, no entanto, o cinema português e as variantes estéticas do cinema a preto e branco contemporâneo. Fundou, em 2004, o Black & White – Festival Internacional Audiovisual que, até 2016, dirigiu e programou. É frequentemente convidado para programar e integrar o júri em diversos festivais internacionais de cinema. É membro diretivo da Cabe Cave – Associação Cultural onde tem vindo a desenvolver atividade no âmbito da programação cultural com forte incidência na cinematográfica. Realiza e produz na área do cinema documental. |
![]() | Maria Coutinho Maria Coutinho é professora auxiliar convidada da Escola das Artes. É Doutora em História da Arte, especialização em Teoria da Arte pela FCSH-NOVA, e tem desenvolvido a sua investigação na área da teoria e história da arte. |
![]() | Nuno Crespo Nuno Crespo é doutorado em Filosofia, pós-graduado em Estética e licenciado em Filosofia, sempre na Universidade Nova de Lisboa. Foi investigador na Universidade Nova de Lisboa. O seu trabalho é dedicado à interdisciplinaridade entre arte, arquitetura, crítica e história da arte e da filosofia. Publicou em revistas científicas, mas também como crítico de arte. Tem uma longa carreira como curador. Coordenou o projeto de pesquisa Arte. Crítica. Política no Instituto de História da Arte. Atualmente é Diretor da Escola de Artes da Universidade Católica Portuguesa. |
![]() | Pedro Alves Pedro Alves é doutorado em Comunicação Audiovisual pela Universidade Complutense de Madrid. Professor Auxiliar convidado da Escola das Artes, é investigador integrado do CITAR-UCP e membro das associações científicas ICONO14 (Espanha) e AIM (Portugal). Tem várias publicações sobre narrativa audiovisual, pragmática fílmica ou cinema e educação. Colabora desde 2015 com a Direção-Geral da Educação como formador do Plano Nacional de Cinema e desde 2017 com a UNESCO como consultor externo em atividades e projetos da Rede de Cidades Criativas. Trabalha em projetos de cinema desde 2007, sobretudo na área da Produção e do Argumento. |
![]() | Ricardo Ferreira Formado em arquitetura, Ricardo Ferreira tem uma carreira premiada na área dos efeitos e da composição visual, tendo participado em diversas produções de grande orçamento (entre as quais: “X-Men Apocalypse”, “Suicide Squad”, “Interestellar” e “Exodus”). Fez parte da equipa de pós-produção de imagem do filme “Ex Machina”, de Alex Garland (2015), vencedor de um Óscar para Melhores Efeitos Visuais. |
![]() | Ricardo Megre Ricardo Megre é mestre em Animação por Computador (2007), pela Universidade Católica do Porto. Em 2008 fez pós-graduações em Animação 3D e Efeitos Visuais na New York Film Academy, e em Cinematografia Avançada na School of Visual Arts, também em Nova Iorque. Começou como professor assistente na New York Film Academy, e como iluminador/generalista 3D para filme e publicidade. Em 2010 ajudou a fundar o estúdio Loopa no Porto, onde foi diretor técnico e de animação. Desde 2009 é docente assistente convidado na Escola das Artes, no mestrado com especialização em Animação por Computador e na licenciatura em Som e Imagem, e na Faculdade de Belas Artes do Porto a partir de 2017, na licenciatura em Artes Plásticas. Recentemente tem trabalhado como animador e consultor criativo, e é doutorando em Ciência e Tecnologia das Artes na Universidade Católica, onde investiga o realismo dentro da Animação 3D e Motion Capture. |
![]() | Vasco Carvalho Licenciado em Som e Imagem (especialização em Som), pela Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa e Mestre em Arte e Multimédia pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Está na fase final da sua tese de doutoramento, intitulada “Espaços Sonoros - A escultura sonora no contexto da arte pública”. O seu trabalho lida com som e interação visual usando novos instrumentos musicais, aplicados a contextos de criação e desenvolvimento de ambientes sónicos. Em cinema desenvolve trabalho de capturas e pós-produção de som, tendo colaborado com realizadores como Paulo Rocha, Edgar Pêra, Atsushi Funahashi, Gabe Klinger e Rodrigo Areias. Os filmes onde colaborou participaram em diversos festivais de relevo como Roterdão, Cannes, Turim e foram distinguidos em festivais como Curtas, IndieLisboa, DocLisboa, Veneza, San Sebastian e São Paulo. |
| Artistas, realizadores e criativos convidados: | |
![]() | Gabriel Abrantes Gabriel Abrantes nasceu em Chapel Hill, Carolina do Norte, EUA, em 1984 e vive e trabalha entre Nova Iorque e Lisboa. Tem apresentado o seu trabalho regularmente em museus, como a Tate Britain (Londres), Palais de Tokyo (Paris), MIT List Visual Arts Center (Boston), Museu de Serralves (Porto), ou Kunst-Werke (Berlim), e participado em diversas exposições individuais e colectivas, de entre as quais se destacam: ICA (Londres), Lincoln Centre (Nova Iorque), Caixa Forum (Madrid), CAM -Gulbenkian (Lisboa), entre vários outros. Foi o vencedor da 8ª edição dos Prémios EDP (2009), recebeu o Leopardo de Ouro do Festival de Cinema de Locarno em 2010, e o prémio EFA no Festival de Cinema de Berlim em 2014 e em 2016. Foi artista convidado da 32ª Bienal de São Paulo (2016) e da Bienal de Imagem em Movimento -Centre d’art Contemporain de Geneva (Suíça). |
![]() | João Braz Licenciado em Cinema – Montagem pela Escola Superior de Teatro e Cinema, João Braz tem um longo currículo como montador para cinema, televisão e publicidade. Para além de outros prémios, foi vencedor, por duas vezes, de um Sophia para Melhor Montagem da Academia Portuguesa de Cinema. Foi montador para cineastas como Cláudia Varejão, João Botelho, João Canijo, Margarida Cardoso, Vicente Alves do Ó, Marco Martins, entre outros. |
![]() | João Canijo |
![]() | João Salaviza |
![]() | Luís Urbano |
![]() | Mariana Ricardo |
![]() | Paulo Américo É bacharel em Tecnologia da Comunicação Audiovisual pelo Instituto Politécnico do Porto, onde deu aulas entre 2001 e 2006. É, atualmente, formador da Escola Superior de Teatro e Cinema. Desde 2008, é um dos mais reputados e concorridos técnicos de correção de cor no cinema português. |
![]() | Salomé Lamas |
![]() | Rui Poças
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